Segunda-feira, 11 de Junho de 2012

Ricardo Blayer, um ser humano extraordinário

Bela rapariga – Socorro, este octagenário perturbador está a tentar violar-me.

 

Octagenário perturbador – Ahahahahaha, eu tenho uma faca.

 

Bela rapariga – Mas que gloriosa visão se precepita sobre mim? É Ricardo Blayer, cujo eco do seu heroísmo ressoa por entre as ruas mais escuras da cidade.

 

Ricardo Blayer – Alto! Meu imponente corcel, alguém está a ser alvo de injustiças.

 

Bela rapariga – Ricardo Blayer, de gloriosos epítetos, faz uso da tua magnânima e conhecidas habilidades marciais para retribuir a mágoa que sofro- comprovando o potencial de cadáver do meu agressor- pois nada mais que cadáver é, como podemos comprovar pela sua falta de humanismo.

 

Ricardo Blayer – Calma, assustada ninfa que proclamas a plenos pulmões o pánico que te assola nesta noite fria. É certo que o teu corpo é parte da tua identidade e como tal ninguém se pode auto-proclamar digno de o prescrutar. No entanto peço-te a ti que és soberana de ti própria que consideres o vil larápio que te toma por assalto, renegado por todos e lembrado por ninguém até a morte o negligenciou. E incapaz de sentir qualquer estímulo sensível que lhe retorne a felicidade de arrastar as suas peles por este mundo malogrado, renega toda a sua estrutura moral em prol dum último tumulto emocional antes do muito almejado descanso final. Se ainda assim achares justo chacinar o transgressor por atentado ao teu alvo corpo, assim o farei.

 

Bela rapariga – É desnecessário que executes esta pobre alma, as tuas palavras fluentes como um rio na primavera fizeram-me compreender que se usar a mesma energia que uso para me defender a mim própria em prol do benificio de outrem (seja em que aspecto fôr) irei oblatar felicidade, ou algo que se assemelhe, a mais pessoas, e por estar rodeada de felicidade, ou algo que se assemelhe, também eu serei mais feliz. Obrigada Ricardo Blayer, cuja áurea ofusca a mais brilhante estrela, por fazeres de mim uma pessoa melhor.

 

Octagenário perturbador – Obrigado Ricardo Blayer, valoroso compincha, não dava uma destas desde 1954, omo lhe poderei compensar?

 

Ricardo Blayer – É escusado agradecer por palavras, redescoberto amigo, mas pode sempre fazê-lo por intermédio de audiovisuais.

 

Octagenário perturbador – Assim o farei.

sinto-me: nobre
música: Miriam - Orelha Negra

.este tarado tem identidade (veja aqui qual)

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