Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Mais uma vez, porquê?

Alguém me consegue dizer quem teve a excelente ideia de televisionar uma mulher a chamar um cão?

 

 Porque eu assisti a esse momento, com o deleite mórbido de quem assiste a um desastre de viação, e se a ideia de 5 minutos televisivos onde vemos um individuo agachado a sussurrar “bobi, bobi, anda cá” provém de um corpo não celeste (o que acho muito difícil de acreditar) á que condecorá-lo, vamos condecorá-lo e bem…

 

sinto-me: incrédulo
música: Lost - Skin

Sábado, 17 de Outubro de 2009

Prosa segundo as leis do acaso

 Se repararmos atentamente, todas as grandes épocas artísticas foram representadas em todas as formas de arte, com excepção duma:

 

 Sim, porque se extasiarmos a nossa capacidade de pesquisa, por muito que vasculharmos os mais obscuros cantos da nossa memória, esses cantos e recantos que nem uma praticamente assalariada empregada doméstica ucraniana sem visto procura, aqueles onde nem o Steven Seagal armado com uma qualquer espada do dragão se atreve a entrar, aqueles onde este género de analogias faz o mais completo sentido. Irão notar que praticamente não existe literatura dadaísta.

 

 Até aos dias de hoje, onde eu o sagaz e intrépido Ricardo Agostinho Gouveia Blayer Alves, autor deste extraordinário blog, cunhador de tantas pérolas do idioma do Toy, o menino bonito da Grotafunda o 18º sócio da Associação Sociocultural de Estrenevide. Faz hoje de bandeirante neste rebuscado estilo literário, e assume-se como “O primeiro escritor dadaísta português” (o Saramago é outra história).

 

 Sem mais delongas cá fica:

 

                                     Prosa, segundo as leis do acaso:

 

 Como pelas esmagadoras mandíbulas da panqueca. Onde as desmesuradas massas de (mirtilos) urgem, na direcção do protector cão de três cabeças, que escon;de o sentido do albarde! O aracnídeo faraónico vigia o acepipe, que controla… o estrupido pedaço. E é com a máxima atrabílis que se escorre e ascende, para planejar todo “o” que descortinamos.

 Sendo assim imperioso grassar, deslindar o guante bólido extenuado pela oceanologia úbere que corrói o corvo?

 

sinto-me: ambiguo
música: Boite Zuleka - Cão muito mau

.este tarado tem identidade (veja aqui qual)

.termos

 

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